Propostas rebaixadas apresentadas pela direção dos Correios geram revolta entre ecetistas
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A empresa propôs reajuste de apenas 0,87% nos benefícios, além de um novo modelo de assistência à saúde em que os Correios deixam de ser mantenedores, o que irá pesar ainda mais no bolso dos trabalhadores. As representações dos sindicatos iniciam mais uma semana de tentativas de negociação sobre o ACT 2026/2027. No entanto, a gestão do presidente Emmanoel Rondon continua mediando a mesa de forma rebaixada, propondo retirada de direitos.
Em nome do Plano de Reestruturação, a direção da estatal está enfraquecendo a empresa e abrindo caminho para a continuidade dos desmontes. A postura apresentada pela direção da empresa na mesa de negociações não tem demonstrado interesse pela valorização dos trabalhadores.
Os Correios propuseram extinguir a Cláusula 75, da gratificação de férias, e reajustar em menos de 1% do INPC, o Vale-Alimentação/Refeição.
Plano de saúde
A empresa comunicou que visa mudar o atual modelo do plano de saúde, onde deixa de ser mantenedora, sugerindo um Benefício de Assistência à Saúde por meio de operadora contratada. Com essa mudança, pode ocorrer um aumento ainda maior nos custos da assistência médica para trabalhadores e familiares.
Mobilização
Federações e sindicatos cobram do governo federal, que indicou esse presidente, que esclareça qual é o plano do governo Lula para os Correios do Brasil. Desmontes, precarização dos serviços à população e retirada de direitos dos trabalhadores não serão admitidos. As entidades sindicais já chamam os trabalhadores de todo o Brasil para se prepararem para a realização de uma grande greve nacional em setembro.


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