Novo PCS dos Correios causa revolta nos ecetistas
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Federações e sindicatos cobram transparência da empresa. A gestão Emmanoel Rondon vem adotando reiteradamente medidas sem nenhum diálogo, como na jornada 12×36, a implementação da roteirização e agora um Plano de Cargo e Salário imposto, sem negociação e participação dos trabalhadores.
De acordo com a FENTECT, o novo PCS cria um tal de “Agente de Integração Postal”, desmontando a carreira ecetista, institucionalizando a sobrecarga de trabalho e a precarização nos locais de trabalho. O que a alta administração dos Correios chama de “modernização” na verdade é um desmonte dos direitos adquiridos no PCCS 2008. Ainda quanto à carreira, o tal PCS 2026 quer frear a promoção por antiguidade, com intervalo de cinco anos, sendo também submetido ao orçamento da empresa, não mais ao bom desempenho do trabalhador.
As assessorias jurídicas e técnicas das entidades de classe ecetistas estão avaliando o conjunto dessa proposta, já implantada pela diretoria da empresa no início de abril, para avaliar e divulgar um relatório. É hora de preparar a categoria para se contrapor a mais esse ataque contra os trabalhadores da empresa.




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