Preparando a nova Campanha Salarial, trabalhadores dos Correios ainda aguardam desfecho de dissídio coletivo no STF
- 26 de jun.
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Enquanto o Conselho de Representantes da Fentect se reúne em Brasília, de 25 à 27 desse mês, para debater a Campanha Salarial de 2026, a categoria ecetista segue à espera de uma definição do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre as cláusulas suspensas desde janeiro, provocada pela administração dos Correios, que não acatou o encaminhamento do Tribunal Superior do Trabalho (TST) ao definir as condições para encerrar o impasse da última campanha, entre os trabalhadores e a empresa.
No início do ano, em decisão provisória, o ministro Alexandre de Moraes deferiu liminar para suspender os efeitos de cláusulas específicas da sentença normativa do TST, até o trânsito em julgado, relativas a:
Ticket Extra (Vale Peru);
Plano de Saúde dos Empregados;
Trabalho em dia de repouso;
Gratificação de Férias (70%)
A previsão do julgamento era do dia 19 de junho até este dia 26, porém, o tema foi retirado da pauta da corte, sem previsão de uma nova data. Situação que gera uma insegurança jurídica, com a aproximação de um novo processo de negociação do Acordo Coletivo de Trabalho.
Apesar da forte propaganda institucional, enaltecendo os resultados iniciais da reestruturação dos Correios, o clima interno da empresa com a gestão Emmanoel Rondon é muito ruim. Insatisfação e falta de diálogo, a exemplo da imposição de um PCS 2026, que desmonta a carreira ecetista.
Resta seguir em confiança na unidade das trabalhadoras e trabalhadores, na luta por um ACT justo, que estanque o desmonte nos direitos e reflita essa propaganda institucional através da retomada no avanço das cláusulas econômicas e benefícios.




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