Fechamento de agências: prova do sucateamento proposital da ECT

Do mesmo partido do ministro Gilberto Kassab, o presidente interino da ECT, Carlos Fortner, confirmou à imprensa os planos de fechar mais de 500 agências em todo o País. A justificativa, ele diz, é a de que uma empresa que busca sua modernização não pode “ter agências a um quarteirão da outra”.A sentença termina como se espera de mais essa etapa de uma gestão predatória: “o fechamento de agências vai implicar, sim, em ‘liberação de excedente’ de mão de obra”. Noutras palavras, novamente os trabalhadores estão sob ameaça de demissão.

Os trabalhadores e as trabalhadoras ecetistas – aqui representados por suas federações e, em Pernambuco, pelo Sintect-PE – não irão corroborar nunca com os constantes ataques que vem sofrendo os Correios, uma das empresas mais antigas do Brasil. Diante dessas ameaças, lembramos à sociedade que desde 2011 não há concurso para a estatal, embora seu deficit de mão de obra já seja público e notório, inclusive pela ineficiência das entregas, que deveriam ser a prioridade em uma gestão de resultados.

Cada passo desses “estudos” dos quais o presidente interino se referiu será acompanhado de perto e seguiremos na persistência da luta, que não se cansará de manter o patrimônio brasileiro que é os Correios.

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